Embora fique em São João del Rei, o aeroporto pode atender, em um raio de 100 km

10/12/2019 – 00:00:00.

Foto/reprodução

Cidades históricas de Minas Gerais podem se beneficiar com o retorno de voos comerciais no aeroporto de São João del Rei. Após seis anos, o Aeroporto Prefeito Octávio de Almeida Neves pode voltar a operar estes voos. Segundo empresários da cidade, estão avançadas as tratativas com uma empresa aérea para a criação de rotas para Belo Horizonte, Rio de Janeiro (RJ) e Campinas (SP) já a partir do próximo ano. A expectativa é que a nova alternativa de transporte incentive o turismo em toda a região.

Embora fique em São João del Rei, o aeroporto pode atender, em um raio de 100 km, outros 13 municípios, de acordo com a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade.

Segundo o presidente do Conselho Superior da Associação Comercial de São João del Rei, José Primeiro Teixeira Neto, as conversas com a Omni Táxi Aéreo para a retomada das operações regulares no terminal já estão adiantadas. O retorno deve ocorrer, de forma gradativa, a partir de janeiro, com o uso de uma aeronave ATR 42-500.

O engenheiro de infraestrutura aeronáutica e proprietário de uma pousada em Tiradentes, Mozart Mascarenhas Alemão, acompanha as negociações e participou da elaboração de um estudo entregue à empresa indicando que há demanda na região. Ele conta que a proposta apresentada a Omni é que sejam realizados três voos partindo de cada cidade por semana, totalizando nove pousos semanais no aeroporto do Campo das Vertente. A ideia é que as viagens sejam às quartas e sextas, além de aos domingos, mas os detalhes ainda não foram acertados.

A Anac informou que o terminal está aberto ao tráfego aéreo, mas, para receber voos regulares, deve antes haver um pedido da empresa aérea, o que ainda não ocorreu.

Pausa nos voos

O terminal recebeu R$ 32 milhões em investimentos do governo mineiro e da Aeronáutica entre os anos de 2005 e 2007, quando foi inaugurado. Em 2008, o aeroporto chegou a atender 16,8 mil passageiros ao ano, mas, desde 2009, esse número começou a cair, e, em janeiro de 2014, a Azul, única empresa que atuava no local, encerrou a operação. Um ano antes, o Estado ainda investiu R$ 1,5 milhão na compra de um caminhão contra incêndio para aumentar a segurança e tentar manter os voos comerciais no aeroporto.

*Com informações O tempo 

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